Que não me falte a loucura santa de cada dia.
Ser normal* é tão enfadonho!
Imagine esperarem de mim-sempre.- que eu seja lúcida,
certinha, calma, arrumada!
Imagine me virem descabelada e imaginarem: ela não etá bem...
Pois é, imagine!
É essa loucura bendita que me salva.
Que abre clareiras para eu passar,
que desbanca o cotidiano rotineiro das esperas usuais por coisas pre combinadas.
Gosto de surpresas. De sair por ai descalça. Subir em árvores...
E se alguém me vir fazendo isso, logo pensarão: é a doida!
Que bom ser doida! Que bom que não esperem de mim atos ou gestos lineares...
Porque a vida já é complicada demais para eu vê la sempre sob a mesma ótica.
E é bom demais salpicá la com as cores que eu crio.
Ser louco é muito bom.
Qualquer dia, se der tempo, eu me curo. Mas já aviso; Sou ocupada demais...
Lu Mota
Birigui 22 de fevereiro de 2016
Ser normal* é tão enfadonho!
Imagine esperarem de mim-sempre.- que eu seja lúcida,
certinha, calma, arrumada!
Imagine me virem descabelada e imaginarem: ela não etá bem...
Pois é, imagine!
É essa loucura bendita que me salva.
Que abre clareiras para eu passar,
que desbanca o cotidiano rotineiro das esperas usuais por coisas pre combinadas.
Gosto de surpresas. De sair por ai descalça. Subir em árvores...
E se alguém me vir fazendo isso, logo pensarão: é a doida!
Que bom ser doida! Que bom que não esperem de mim atos ou gestos lineares...
Porque a vida já é complicada demais para eu vê la sempre sob a mesma ótica.
E é bom demais salpicá la com as cores que eu crio.
Ser louco é muito bom.
Qualquer dia, se der tempo, eu me curo. Mas já aviso; Sou ocupada demais...
Lu Mota
Birigui 22 de fevereiro de 2016

